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Centenário de Vasconcelos Torres vai ser comemorado pelo Senado dia 9

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O centenário de Vasconcelos Torres será comemorado pelo Senado Federal, com um debate transmitido pela emissora de TV da Casa e pelo canal do YouTube, na quarta-feira (09/12), às 10h. Também será lançado o livro “Vasconcelos Torres- o senador do povo e os desafios do seu tempo”, escrito pelas professoras Andrea Telo da Corte e Ismenia de Lima Martins.

As autoras do livro resgataram a vida pública de Vasconcelos Torres, sua liderança política no antigo Estado do Rio de Janeiro e seu envolvimento em assuntos que são pautas importantes até hoje, como economia, meio ambiente, distribuição de renda e educação.

Defensor intransigente das causas da velha província, Vasconcelos Torres conseguiu que seu projeto da criação da Universidade Federal Fluminense fosse sancionado pelo presidente Juscelino Kubitscheck; que a implantação da Universidade fosse assinada pelo presidente Jânio Quadros e que a criação do quadro de funcionários tivesse a chancela do presidente João Goulart.

David Alcolumbre, presidente do Senado, disse que o exemplo de Vasconcelos Torres serve de inspiração para “nossas lutas políticas presentes”.

Nascido em Campos, mas uma vida inteira morador de Niterói, iniciou sua atuação política muito jovem, como líder estudantil na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro.

Na política, foi deputado estadual, deputado federal e senador por dois mandatos. De uma simplicidade franciscana, com seu inseparável charuto no canto da boca, onde chegasse primeiro cumprimentava os mais humildes, para depois sentar à mesa, tirar o paletó e beber o uísque cowboy com amigos e autoridades.

Não faltava ao aniversário de nenhum dos 63 municípios fluminenses. Ao registrar as datas da tribuna do Senado, em discurso reproduzido durante o programa de rádio Hora do Brasil, Vasconcelos Torres citava sempre o nome das figuras mais conhecidas de cada cidade.

Para dar conta da agenda, tinha dois motoristas, José Luiz e Cabo, que se revezavam ao volante para as viagens longas e cansativas.

Vasconça, como era tratado, tinha afilhados de batismo por todos os recantos do Estado do Rio. Os pais se orgulhavam de escolher o senador como padrinho dos filhos e ele aceitava feliz pela deferência.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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