Em Itaipu trabalha dia sim, dia não, apenas um coveiro; e em Charitas o portão fica fechado nos fins de semana, segundo a administração para evitar a entrada de cracudos. O aspecto de ambos contradiz o projeto de modernização dos cemitérios de Niterói anunciado pelo prefeito em 2016.
Mas a situação no Maruí não é das melhores também. Tampouco, o grupo de trabalho criado em julho de 2016 para propor a “otimização da gestão, operação, manutenção e a expansão dos cemitérios públicos de Niterói” chegou a conclusão alguma até agora.
A proposta, ao melhor estilo sucupirano de Odorico Paraguaçu, seria “aperfeiçoar os serviços públicos cemiteriais, funerários e crematórios por meio de parcerias público privadas”. Ou seja, privatizar os sepultamentos em Niterói.
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