A Secretaria estadual de Esporte Lazer e Juventude, responsável pela administração do Caio Martins, diz em nota que “a revitalização do espaço está sendo planejada para início de abril”, incluindo a piscina e o ginásio.
Vizinhos do Caio Martins já estão cansados de pedir providências aos administradores da Suderj, que alegam sempre que a piscina está com vazamento e terá que passar por reparos antes de entrar em funcionamento. O novo Governo do Estado assumiu em 1° de janeiro, mas “está tudo como dantes no quartel de Abrantes” em Niterói, que continua recebendo tratamento como se fosse o outro lado da poça.
Atravessa a ponte, Wilson Witzel, larga o distintivo. Governo não é fórum onde os processos às vezes se arrastam por uma eternidade. A administração pública precisa, muitas vezes, tomar medidas urgentes, como é o caso dessa piscina abandonada, a fim de combater um provável foco da dengue, chikungunya e zika. São centenas de vidas no entorno do Caio Martins, complexo esportivo abandonado pelo estado na cidade que já foi capital fluminense e hoje se vê infestada por problemas de saúde e de segurança pública.
O fato de ela estar “fechada desde 2018 por problemas hidráulicos”, segundo ressalta a nota da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, ressalta ainda mais a urgência de o Estado providenciar seu reparo.
A assessoria de Comunicação da secretaria estadual diz que “a água que é vista na foto é a quantidade mínima necessária para que os problemas na parte hidráulica não piorem. Esta água mantida ali, até que as obras se iniciem, é tratada com produtos químicos para impedir que vire foco de mosquitos e outros insetos”.
A pior notícia, porém, para os vizinhos do Caio Martins vem no final da nota: “Outras atividades esportivas e culturais continuam sendo realizadas normalmente”. É tudo o que a vizinhança não precisa, de shows, feiras e eventos que infernizam a vida deles com o barulho e o trânsito congestionado que produzem na Presidente Backer e ruas adjacentes.
Uma pesquisa recente feita pela Superintendência de Controle de Endemias de São Paulo, mostra que o mosquito não se reproduz apenas em água limpa. O estudo comprovou uma mutação no mosquito Aedes aegypti, que até então só se reproduzia em água limpa, depositando suas larvas em água suja.
A pesquisadora Marylene Brito encontrou em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, mais de trezentos pontos infestados com algum tipo de sal ou produto químico, como resíduos de tinta e restos de óleo, evidenciando que as larvas do mosquito também se desenvolvem em ambientes sujos e até em água salgada.
— O mosquito está evoluindo. Todas as espécies tentam manter sua população. Se não encontram o ambiente que preferiam antes, acabam se adaptando ao que existe — explicou a pesquisadora.
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