Do alto da escadaria da Câmara, crianças também falavam ao microfone do carro de som pedindo a volta à escola. Os manifestantes se concentraram na praia de São Francisco, de onde a carreata partiu para o Centro pela Avenida Roberto Silveira. Carregavam cartazes pedindo a reabertura das escolas.
Em todo o percurso, um carro de som seguia na frente com manifestantes criticando o fechamento das escolas e creches, enquanto todos os outros segmentos estão abertos, como clubes, academias de ginástica e shoppings. Um pai de aluno dizia que, como o prefeito não pode autorizar a retomada das aulas pela rede pública, não deixa reabrir as escolas particulares. As primeiras não teriam condições de seguir protocolos sanitários com a mesma segurança oferecida pelos colégios particulares.
Na segunda-feira, a juíza Rhohemara dos Santos Carvalho Arce Marques, da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso, determinou que, observados os protocolos sanitários para evitar a disseminação do Covid-19, as escolas deveriam retomar as aulas presenciais. Mas o prefeito Rodrigo Neves, alegando que a medida acarretaria “aumento significativo e descontrolado da pandemia Covid-19, podendo gerar o esgotamento do Sistema de Saúde Municipal e o óbito de pessoas”, conseguiu que o Tribunal de Justiça anulasse a decisão de primeira instância, na quinta-feira (26/11).
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