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TSE permite cola eleitoral, celular não

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A cola eleitoral está liberada pelo TSE para ser usada na cabine de votação neste domingo (07/10), primeiro turno das eleições de 2018. Mas proíbe o uso de telefone celular, tablets, rádio comunicadores, câmeras e quaisquer outros aparelhos eletrônicos dentro da cabine de votação. Baixe aqui e imprima a cola eleitoral permitida pelo TSE.

A cola eleitoral facilitará a votação, já que os eleitores terão que digitar 25 vezes no teclado da urna eletrônica até ouvir o tirim-tirim que indica o fim do processo de sufrágio.

Pela ordem que surgirá na tela primeiro deverá ser escolhido o deputado federal (quatro dígitos, mais o confirma); estadual (cinco dígitos e confirma); dois senadores (três dígitos e confirma cada um); governador (dois dígitos, confirma) e presidente da República (dois dígitos, confirma).

Após digitar o número do candidato, é importante conferir se o nome e a foto do escolhido aparecem na urna eletrônica. Se estiver errado, basta apertar a tecla “corrige” e digitar o número certo. Ao apertar “confirma”, o eleitor computa o voto para aquele candidato e não será mais possível alterar.

Se o eleitor não quiser dar seu voto para nenhum candidato, ele pode apertar a tecla “branco” e, em seguida, “confirma”. Segundo o TSE, o voto em branco não é computado como voto válido, sendo registrado apenas para estatísticas.

A votação do primeiro turno acontece no dia 7 de outubro, das 8h às 17 horas, respeitando o horário local da região.

O TSE informa que, para votar, e obrigatória apresentação de documento oficial com foto, como:

  • CNH
  • Carteira de categoria profissional reconhecida por lei
  • Carteira de identidade
  • Carteira de trabalho
  • Carteira nacional de habilitação
  • Certificado de reservista
  • Documento Nacional de Identidade (DNI)
  • e-Título (título de eleitor em meio digital)
  • Passaporte

É recomendável, porém não obrigatório, levar o título de eleitor, já que nele está o número da seção eleitoral.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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