Desde outubro, funcionários do TJ estão em greve, com os salários sem reajuste há anos, ao mesmo tempo em que o Estado faz o pagamento de servidores ativos e inativos parceladamente e sempre com atraso. O que os advogados querem é a limpeza rápida dos processos empilhados em todas as serventias do tribunal. Mas para isso, é preciso que os cartórios tenham número de funcionários suficiente para dar andamento aos feitos.
Recentemente, a OAB RJ promoveu um ato público na porta do fórum do Rio de Janeiro para reclamar da morosidade dos processos (O TJ do Rio é o quinto do país em congestionamento, segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça); o alto valor das custas judiciais; e as sentenças de baixo montante (ou ‘mero aborrecimento’) que tornaram-se comuns nas sentenças de juizados especiais.
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