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Shopping paga para Niterói alargar rua

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Com quatro anos de atraso, a prefeitura de Niterói deverá alargar a Rua Marquês do Paraná, no Centro, para acabar com os engarrafamentos diários em direção à Zona Sul provocados pela saída do mergulhão na esquina da Rua Dr Celestino.

Isto somente deverá acontecer agora porque um grupo de empresários já depositou R$ 11,8 milhões na conta da municipalidade a título de outorga onerosa, uma contrapartida para obter da Secretaria municipal de Urbanismo a licença de construção de um shopping nos terrenos do Hortifruti, de uma loja de peças de automóveis e da Marmoaria Thor, na Marquês do Paraná.

A Soter Engenharia está capitaneando o grupo de investidores de peso da cidade. O pagamento feito à prefeitura vai permitir que ela desaproprie e faça a demolição do prédio na esquina da Dr. Celestino, de outro que fica ao lado e de mais duas casas para a abertura de três pistas na Marquês do Paraná, sendo uma delas de acesso ao novo shopping.

O projeto do empreendimento comercial é dos mesmos arquitetos que idealizaram o Plaza, que traçam agora um shopping de bairro, tipo Fashion Mall, para que os moradores de Icaraí tenham um acesso rápido ao novo centro de compras e lazer.

A intenção dos empreendedores é refazer a calçada original da Miguel de Frias para que as pessoas caminhem a pé até o shopping.

Os espaços que estão sendo definidos reservam áreas para muitas lojas de moda, algumas de grifes exclusivas para o público feminino. Também está sendo feita uma negociação com o Hortifruti para que ali permaneça. Na praça de lazer e alimentação vão se instalar restaurantes de excelente padrão e salas de cinema de alto nível.

O shopping planeja ter os mais modernos conceitos de sustentabilidade, com uso de energia solar, captação e reuso da água, além de avançado sistema de informatização.

A Outorga Onerosa do Direito de Construir, também conhecida como “solo criado”, refere-se à concessão emitida pelo município para que o proprietário de um imóvel edifique acima do limite estabelecido pelo coeficiente de aproveitamento básico previsto no Plano de Urbanismo, mediante uma contrapartida financeira a ser paga à municipalidade pelo beneficiário do empreendimento.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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