Com a produção de plasma hiperimune interditada pela Anvisa, segundo uma fonte revelou à coluna, o IVB distribuiu cestas de Natal com ovos de galinha caipira, coelhos e patos para o secretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa, sua subsecretária Lígia Ourives e para a superintendente do Tesouro Estadual, Claudia Santoro.
Na semana passada, o Ministério da Saúde aprovou 25 novas parcerias com laboratórios públicos para estimular a produção de medicamentos essenciais ao Sistema Único de Saúde (SUS), que deverão gerar uma economia de mais de R$ 7,5 bilhões para o país. O IVB não teve nenhum projeto aprovado, ao contrário do que acontecia antes com esse laboratório de ponta na pesquisa nacional, hoje prejudicado pela inadimplência do governo estadual.
A cada ano, o Ministério da Saúde abre uma chamada para que os laboratórios públicos como o Vital Brazil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/Ministério da Saúde) e o Instituto Butantan (Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo), entre outros, apresentem seus projetos. Antes da crise do Estado, o IVB cumpria sete parcerias para desenvolvimento produtivo (PDP), fabricando com seus parceiros privados dois medicamentos, a rivastigmina e o anticancerígeno Imagine. Outros ainda estavam em desenvolvimento, mas hoje o laboratório fluminense não estaria tendo mais nenhuma condição de produzir.
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