Entre as cinco concorrentes, duas estão citadas na delação do publicitário Renato Pereira, dono da Prole Serviços de Publicidade, feita ao Ministério Público Federal: a Nacional Comunicação e a NBS. As demais são a Octopus, E3 Comunicação e Inovate Comunicação.
O contrato da prefeitura de Niterói com a Prole, assinado em 2014 e prorrogado até dezembro por sete aditivos, soma mais de R$ 62 milhões. Segundo Pereira, a licitação foi dirigida pela prefeitura para que sua agência fosse a vencedora. Disse ainda em sua delação que pagou uma mesada de R$ 20 mil por quase três anos ao então secretário de Relações Institucionais André Felipe Gagliano Alves, que continua no governo de Rodrigo Neves, agora como coordenador geral de eventos.
Na nova concorrência aberta no último dia 10 de novembro, depois de o Tribunal de Contas do Estado haver suspendido o certame em maio, por encontrar irregularidades, estão em disputa duas agências citadas na Lava Jato por Renato Pereira.
Segundo o delator, a NBS foi usada, juntamente com a Propeg, para fazer um repasse de R$ 5 milhões da construtora Andrade Gutierrez para pagar a Prole pela campanha do governador Luiz Fernando Pezão.
Já sobre a Nacional Comunicação, que faz campanhas para o deputado Jorge Picciani e seus filhos (todos investigados pela operação Cadeia Velha, sobre propinas pagas por empresas de transporte), Pereira conta que essa agência recebeu R$ 104,3 milhões da prefeitura do Rio de Janeiro, em licitação que teria sido dirigida a ela e a uma outra empresa para desenvolverem uma plataforma online para divulgar o legado dos Jogos Olímpicos no Rio.
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