— Nada justifica o estado de ruína do Museu Antonio Parreiras, um dos mais importantes museus do país. Afinal, o próprio pintor Parreiras viveu seus últimos dias lá e, para revolta de todos, o imóvel está abandonado a tal ponto que cresceu uma matagal na escada de acesso. Imagine o restante do imóvel — afirma o morador Mauro Prestes.
Há um mês, o secretário estadual de Cultura, André Lazaroni (PMDB), exonerou Katia de Marco do cargo de diretora do Antônio Parreiras, mas logo voltou atrás tornando sem efeito a exoneração.
A Secretaria de Cultura anuncia para os próximos meses a reabertura do museu, que após longos cinco anos em obra já tem sua fachada pintada. O projeto de reforma do espaço cultural não seria dos mais complexos. O objetivo era melhorar a acessibilidade e recuperar as características originais do prédio, que, no entanto, permanece cercado pelo mato.
De acordo com a Secretaria de Cultura, “foram concluídas as restaurações da fachada, do telhado e do piso do prédio principal, além do telhado do ateliê do artista e do escoramento da encosta no terreno do museu”. O órgão afirma que os recursos para a obra são de um convênio com o Ministério da Cultura: o estado, que já teria pago sua contrapartida, aguarda ainda R$ 3,2 milhões de verbas federais previstas no convênio para terminar a reforma.
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