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Plinio Clovis Jordão, um craque dentro e fora das quatro linhas do campo

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Vesti a camisa rubro-negra para ir ao encontro de um craque que conhece tudo dentro e fora das quatro linhas do campo, Plinio Clovis Jordão, vice-presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. Ele é o dirigente que ocupa por mais tempo um cargo em entidade do futebol brasileiro, são 52 anos.

A minha amizade com esse vascaíno e compadre é de uma vida inteira, dessas de quatro costados. Até a rivalidade clubística nos junta nas arquibancadas nos clássicos dos rivais Vasco e Flamengo.

Ele era diretor da Federação Fluminense e integrou a comissão que implantou a fusão com a Federação Carioca para a criação da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, em 1978, três anos após a união dos dois Estados, e continua diretor até hoje.

Esse friburguense de 81 anos veio menino para Niterói. Tem um jogo de cintura maior que o Maracanã. Sempre longe dos holofotes, foi diretor da CBF, presidente do Conselho Regional dos Desportos do Estado do Rio de Janeiro, coordenador do projeto Esporte para Todos do MEC no Estado do Rio, secretário de Esportes de Niterói, presidente da Neltur. É cargo que não acaba mais.

Plinio chefiou as delegações brasileiras nos Mundiais de Sub 17 e 19, na Itália e Portugal. Também esteve nos Sul-Americano da Venezuela e do Paraguai e no Pré-Olímpico nos Estados Unidos, além de chefiar as equipes do Estado do Rio nos Torneios Internacionais no Japão, Coreia, Grécia, França e em outras partes do mundo.

Tomei um susto quando olhei o seu currículo, o cara é cidadão de uma infinidade de municípios, de ligas de futebol de perder a conta, de clubes e federações pelo país a fora. Foi técnico e preparador físico de seleções de voleibol e na juventude levava jeito nas mãos e nos pés, tendo atuado nas equipes de futebol, futebol de salão e basquetebol do Gragoatá e do Canto do Rio, além de ter vencido em 1955 o Torneio Internacional de Tênis de Mesa Juvenil realizado no Estado do Rio.

Outro feito de Plinio foi conquistar em 1958 o Campeonato de Futebol do Espírito Santo, jogando pela equipe de Castelo, nome do município onde morou e estudou por alguns anos.

Formado em Educação Física pela Faculdade Nacional no Rio de Janeiro, Direito na UFF e Administração de Empresas na SUAM, diz que sua maior escola tem sido o esporte, onde assiste a tantas vitórias e derrotas, mas onde o mais importante é competir.

Este é meu amigo-irmão, um vitorioso cuja bonita história eu só acabei de mostrar aqui uma terça parte.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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