A irregularidade, segundo o técnico, foi causada pelo combustível que estaria provocando falhas no motor, danificando os cabeçotes e as válvulas de ignição, fazendo com que o veículo perca a compressão.
O advogado Luiz Meato, presidente da Comissão de Petróleo e Gás da OAB Niterói oficiou à Agência Nacional de Petróleo (ANP), pedindo esclarecimentos e providências do órgão “tendo em vista a notícia sobre a possível ocorrência de fraude no combustível em alguns postos de Niterói”.
A Dinisa, que já está reparando 15 carros, fez um mapeamento com os clientes que estão tendo esse problema e constatou que eles abasteceram em postos da Região Oceânica e de Maricá.
A Hayasa, concessionária da Honda, recebeu 40 veículos com o mesmo defeito. Os primeiros seis examinados apresentaram carbonização dos anéis, sendo preciso abrir o motor e substituir algumas peças, com orçamentos que variam de R$ 3 mil a R$ 12 mil.
Com a grande quantidade de veículos na oficina, a Hayasa montou uma equipe extra de mecânicos para que os fregueses não fiquem muito tempo com os carros parados. A concessionária esclarece que esse tipo de conserto não é coberto pelas empresas de seguros, pois as fábricas somente garantem defeitos de fabricação, o que não é o caso.
A Ipiranga diz estar apurando e que, caso constate alguma irregularidade no combustível de seus postos, tomará providências. Ressalta possuir um rígido programa de controle de qualidade dos combustíveis.
A Petrobras, por sua vez, informou que sua área técnica está em contato com as concessionárias de Niterói e Leste Metropolitano do Rio, verificando o caso. A companhia disse que enviou unidades móveis do programa de controle de qualidade “De Olho no Combustível” para realizar testes nos postos BR.
O Procon Estadual disse que em maio recolheu amostras de combustível de dois postos em Itaipu; em junho fez o mesmo em outro de Várzea das Moças, mas ainda não tem o resultado das análises. Já em dois postos de Maricá, o órgão detectou alto índice de álcool na gasolina, interditando os tanques. O consumidor pode mandar denúncias ou reclamações para o e-mail <151proconrj@gmail.com>. Já a Agência Nacional do Petróleo disse desconhecer a ocorrência de adulteração de combustíveis em Niterói, mas as suspeitas de consumidores podem ser denunciadas pelo 0800 970 0267 ou no “Fale Conosco” do site da ANP.
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