oto: Ecidemar Junior
O prefeito Rodrigo Neves, que doou R$ 45 milhões da Prefeitura de Niterói, e a Câmara de Vereadores, que autorizou o cheque em branco para pagar pela montagem da unidade de emergência do coronavirus em São Gonçalo, deveriam pedir explicações à Fundação Estadual de Saúde, que recebeu o dinheiro.
O mesmo teria que ser feito pelo prefeito de Maricá, Fabiano Horta, que também doou R$ 45 milhões ao governo estadual. Totalizando R$ 90 milhões, sabe-se apenas que o investimento público está destinado à instalação de 160 leitos de enfermaria e 40 de UTI debaixo de uma lona armada no campo de futebol do Clube Mauá, em São Gonçalo. E só.
O convênio firmado por Niterói e Maricá com o governo do Estado não se baseou em nenhum memorial descritivo do empreendimento que, estranhamente, custa o dobro do que a Rede D’Or, a Bradesco Seguros, Lojas Americanas, Instituto Brasileiro de Petróleo e Banco Safra patrocinam para erguer hospital de campanha também com 200 leitos no Leblon.
No orçamento do Leblon está previsto o gasto de R$ 45 milhões incluindo, além da estrutura de lona do hospital de campanha e das camas hospitalares, equipamentos de tomografia digital, radiologia convencional, aparelhos de ultrassom e ecocardiograma, e mais um laboratório de patologia clínica.
Na segunda-feira (13/04), o Ministério Público estadual instaurou inquérito civil para analisar se os Poderes Executivo e Legislativo vêm mantendo a transparência legal relativa às contratações emergenciais, com dispensa de licitação, efetuadas por seus representantes em razão da pandemia do novo coronavírus.
O MP investiga a contratação da organização social Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas), que teria sido feita pelo Estado por R$ 835 milhões para construir e administrar 1.400 leitos de hospitais de campanha.
Os promotores investigam denúncia de superfaturamento na montagem dos hospitais de campanha de Campos e de Casimiro de Abreu. O contrato assinado pelo governo estadual com o Iabas foi conduzido pelo subsecretário executivo de Saúde, Gabriel Neves, que chegou a ser afastado temporariamente do cargo pelo governador Wilson Witzel.
Além desses hospitais de campanha de São Gonçalo, Leblon, Campos e Casimiro de Abreu, a Secretaria Estadual de Saúde está instalando outros quatro no Maracanã, Jacarepaguá e Complexo de Gericinó, cada um com 200 leitos.
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