Em dia 24 de junho a prefeitura já havia recebido também um repasse de R$ 376 mil do Ministério das Cidades. O projeto faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que aprovou a transferência de recursos federais no total de R$ 8,595 milhões a Niterói, mas o prefeito ex-petista Rodrigo Neves só fez, até hoje, a instalação de piso de granito no passeio dos dois lados do primeiro trecho da rua, entre Miguel de Frias e Alvarez de Azevedo. A instalação subterrânea da rede aérea de energia elétrica também foi deixada de lado, apesar de o serviço constar nos projetos aprovados pelo Ministério das Cidades.
A movimentação de operários e máquinas no primeiro trecho da Moreira César causou transtornos enormes a moradores e comerciantes, que viram as vendas despencarem às vésperas do Natal do ano passado. Em fevereiro deste ano, o prefeito ex-petista Rodrigo Neves suspendeu a obra sem fazer muito alarde e a empreiteira R.C.Vieira retirou seus operários, mas deixou um canteiro com máquinas e ferramentas na praça sobre o canal da Avenida Ari Parreiras.
Entre as esquinas das Alamedas Santa Carolina e São João Batista, a empreiteira RC Vieira largou a calçada esburacada, com montes de terra atrapalhando a passagem de pedestres. Moradores do prédio 433 da Moreira César já acionaram a prefeitura de Niterói na Justiça, cobrando a liberação da calçada do edifício.
Ambos os projetos financiados pela Caixa e aprovados pelo Ministério das Cidades preveem a instalação de “uma faixa de rolamento e uma de estacionamento, totalizando 6 metros, mais uma ciclofaixa de 1,20m em toda a sua extensão”.
E tinha mais trololó no papelório assinado pelo ex-petista com a Caixa: “Os cruzamentos tratados com o sistema traffic calming” garantiriam maior segurança e comodidade aos pedestres na travessia. “Compõem esse sistema, o nivelamento do piso da rua com a calçada e a instalação de barras de segurança impedindo a travessia fora da faixa de pedestres”.
O passeio revestido com granito serrado era um dos benefícios previstos, detalhado com a previsão de as calçadas terem “uma faixa de serviço de 1,50m, onde serão instalados os equipamentos urbanos: postes; lixeiras; totens; bicicletário e a fiação subterrânea. O piso da faixa de serviço será do tipo intertravado, de fácil manutenção. Também serão instalados pisos tátil e de alerta segundo as normas de acessibilidade”.
No fim, nada aconteceu como o prometido. O primeiro e único trecho dado como pronto não se beneficiou de quase nada do que fora projetado. Não foi instalada nenhuma fiação subterrânea, nem bicicletários, nem lixeiras; e o piso de granito, assim como o piso tátil, logo apresentaram defeitos.
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