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Niterói vai subsidiar catamarãs e ônibus com IPTU mais caro do país

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Prefeitura de Niterói quer pagar para o Estado o subsídio à tarifa da linha aquaviária Charitas-Praça XV

O contribuinte de Niterói, que já paga um dos IPTUs mais caros do país, está para assumir mais um encargo. A prefeitura e o governo do estado estão aprovando a criação de uma tarifa social para os catamarãs Charitas-Praça XV. Só que a conta dos subsídios deverá ficar com Niterói, apesar de a linha aquaviária ser estadual e transportar também turistas e cariocas.

O Governo do Rio diz que a operação e o valor da tarifa da linha Charitas-Praça XV serão definidos juntamente com a Prefeitura de Niterói. A licitação já estaria prevendo um subsídio municipal para cobrir parte da tarifa, da mesma forma que a atual administração quer fazer com as tarifas dos ônibus municipais.

A concessão de subsídios às empresas de viação privadas está aprovada desde o início do ano pela Câmara de Vereadores. A aplicação dessa lei foi adiada para após as eleições municipais. O novo valor da tarifa ainda não foi definido. Mas o subsídio financeiro sancionado pelo prefeito Axel Grael custeará 30% do valor da tarifa.

Sobre a estação hidroviária de Charitas, moradores do bairro alertam que ela não tem estrutura para receber um maior número de passageiros com a pretendida redução da tarifa de R$ 21 para R$ 7,70. Com a introdução da tarifa social, espera-se um aumento significativo no número de passageiros.

Para a linha social Charitas-Praça XV, o estudo sugere viagens limitadas, deixando de atender aos passageiros das 10h às 17h e após as 20h. Os horários de partida seriam apenas nos dias úteis, com intervalos de 20 minutos. Com saídas de Niterói: das 06h30m às 10h30m e das 17h10m às 20h10m. Saídas do Rio seriam, das 07h às 10h e das 16h10m às 20h10m.

A Setram marcou para 22 de novembro a abertura da licitação para contratação da nova empresa responsável pela operação das barcas. O valor global estimado para a contratação do novo operador é de R$ 1,9 bilhão, com um contrato inicial de cinco anos, podendo ser prorrogado por até dez anos. A CCR Barcas, que opera o sistema desde 2012, deverá ficar à frente da operação até fevereiro de 2025, conforme Termo de Acordo homologado.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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