A agência de publicidade contratada para mostrar as “realizações” do prefeito Rodrigo Neves, pavimentando sua candidatura ao governo do Estado em 2018, foi acusada na Lava-Jato de ter lavado dinheiro para a campanha de políticos. Um de seus sócios, o publicitário Renato Pereira, chegou a oferecer contar o que sabia em delação premiada.
A Prole foi contratada pela Prefeitura de Niterói em 2014 para prestar serviços de propaganda por 12 meses, ao custo de R$ 15 milhões. Em 2015, o contrato foi prorrogado até março de 2016, pelo mesmo valor de R$ 15 milhões; depois dilatado em doze meses até março de 2017, por mais R$ 15 milhões. Em 2015 e em 2016, a Prole assinou dois aditivos com a prefeitura, aumentando a despesa da municipalidade em cerca de R$ 5 milhões e, agora, teve nova prorrogação de contrato por três meses, no valor de R$ 3,75 milhões.
A prefeitura de Niterói gasta, ainda, R$ 5,4 milhões com a FSB Estratégia em Comunicação para a empresa fazer assessoria de imprensa desde novembro de 2015. A FSB contratou jornalistas da própria assessoria do gabinete de Rodrigo Neves, para cuidar, principalmente, da imagem na mídia do prefeito que trocou o PT pelo PV.
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