Cinco renunciaram; um foi renunciado pela ditadura militar; dois foram depostos e um sofreu impeachment, num tempo em que o Supremo não metia o bedelho nessas coisas. Quanto à formação, foram 19 engenheiros, 15 advogados, 12 professores, 8 militares, 5 médicos, 2 jornalistas e 2 sociólogos. Cinco não completaram curso superior, não receberam títulos Honoris Causa de nenhuma universidade e não falavam inglês.
Politicamente considerando, a sorte não sorriu à grande maioria deles: dois deixaram a Prefeitura para concorrer ao governo estadual e perderam; um foi candidato a governador muito tempo depois, perdeu também; dois ganharam, numa segunda tentativa; dois concorreram ao Senado, um ganhou, outro não. Trinta e nove não voltaram a exercer nenhum cargo político. Trinta e um morreram pobres, um deles completamente falido.
E não falta nessa história uma nota nosológica mais ou menos trágica: dois morreram com as faculdades mentais fora do prumo; um se matou, neurastênico e depressivo; e um outro, que não era prefeito mas respondia pelo cargo, foi assassinado. Não entendendo nada de estatística, e muito menos de numerologia, deixo o quadro para exame dos doutos nessas matérias.
Entre as sessões suspensas pela Justiça, na de quarta-feira (02) a Câmara aprovou a internação…
Trabalhador tem que dar seu FGTS como garantia para obter o consignado / Foto: Agência Brasil Embora…
A série britânica, de quatro episódios, já é a mais assistida no mundo / Divulgação…
Estádio permanece em estado de abandono, sem investimentos significativos para sua recuperação Uma nova disputa…
Peterson Simão (à direita) e o vice Cláudio Mello Tavares na cerimônia de posse / Divulgação TRE…
Preço do bombom contrasta com o quilo do bacalhau que custa 80% menos A Páscoa…