Em Niterói foram menos 2.244 vagas de emprego preenchidas no ano passado, e em São Gonçalo menos 1.613. Em movimento contrário, o município de Itaboraí admitiu mais 1.101 trabalhadores com carteira assinada, depois de sofrer forte recessão com a paralisação das obras do Comperj.
Enquanto no Rio de Janeiro, capital, foram abertos 706 novos empregos, em Maricá, o número de postos de trabalho foi ampliado em 790 vagas, a maioria devido à terceirização de mão-de-obra contratada pela prefeitura local, que nada em petrodólares e realiza obras de embelezamento da cidade.
No Brasil, o setor que gerou o maior saldo positivo de empregos formais foi o de serviços, com 398,6 mil, seguido pelo comércio (102 mil). A administração pública foi a única a registrar saldo negativo, 4,19 mil. De acordo com a secretaria, essas demissões no serviço público devem ter ocorrido pela restrição fiscal em estados e municípios e são referentes apenas a trabalhadores celetistas.
São Paulo foi o estado que mais gerou empregos (146,6 mil), seguido por Minas Gerais (81,9 mil) e Santa Catarina (41,7 mil). Os maiores saldos negativos foram Mato Grosso do Sul (3,1 mil), Acre (961) e Roraima (397). (Com Agência Brasil)
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