Marcos Jorge Nasser, descendente de libaneses, agora vivendo em sua fase de descanso, resolveu trabalhar a mente e a inspiração inicialmente nas artes plásticas. Pintou várias telas, que estão penduradas em seu apartamento e casa de fim de semana.
Agora, aos 76 anos, resolveu publicar o livro Poemas de Niterói – O inominado, fruto da sua imaginação fértil e forte, voltada para o cotidiano, como se fosse um andarilho solitário da cidade onde veio morar aos 9 anos de idade vindo de Vitória, no Espírito Santo.
O mestre em filosofia, contemporânea Ronaldo Pelli reforça que os poemas de Marcos Nasser, “são duros, cheios de dores, mortes, lama, vermes roendo carnes, fezes, são versos que não amaciam verdades concretas, às vezes tristes, mais que ao mesmo tempo enchem de coragem para enfrentar esta mesma dureza do mundo, por sua própria beleza”.
Salvador Borges trouxe de São Fidélis uma simpatia cativante e se tornou em Niterói um…
Jerônimo, o imbatível chefe de sucos e sanduíches premiados e hors concours servidos em Niterói…
Marcos Nasser na sua dupla noite cultural com a dermatologista Neide Kalil Gaspar e a…
Do mar à mesa: Clientes encontram os mais variados cardápios nos restaurantes do Mercado São…
Rubinho Jacob, Marilda Ormy, diretora do Teatro Municipal de Niterói, Paulo César Feital, o aniversariante…
Comte Bittencourt eleito por unanimidade presidente nacional do Cidadania O partido Cidadania realizou um concorrido…