Aqui no “Niterói de Verdade”, uma agradável surpresa sábado passado, quando este meu artigo é publicado. Uma boa notícia (veja aqui https://bit.ly/2mogU0d) em menos de quatro horas se tornou a mais lida, permanecendo na posição ao longo de toda semana com centenas de milhares de acessos.
Ou seja, há espaço para boas notícias.
Gilson Monteiro, lenda do jornalismo que conheci há décadas, me convidou para escrever aqui dois meses antes deste seu site entrar no ar. A minha ideia inicial era escrever crônicas sobre ou em torno de Niterói e seus mitológicos personagens, dando sequência ao que sempre fiz em jornais da cidade.
Foi aqui em Niterói que comecei no jornalismo. Naquela era, século 20, os jornais de papel determinavam os rumos do país e das cidades. Tinha 16 anos e escrevia a coluna “Três Pontos” no Jornal de Icaraí, convidado por Mário Dias.
A partir daí escrevi em todos os jornais de Niterói, muitas colunas com uma pegada de crônica ou conto por isso quis ia começar aqui nessa linha, mas logo na primeira crítica feroz que fiz a imbecilidade da política cultural do desgoverno de Dilma, os acessos foram gigantescos. Adiei a ideia das crônicas porque havia (e há) urgências.
Governado por párias, sucessores da maior quadrilha da nossa história desde o “terra a vista” de 1.500, o Brasil lembra a figura de um pau de enchente, descendo a enxurrada desgovernado, batendo aqui, ali, lá. Batendo, batendo, batendo.
Quando o Barrigada Mal Dada 03 atacou recentemente a democracia, concordei que é um regime cheio de imperfeições. Um dos desastres da democracia é dar poder a parasitas como ele e os outros párias. Ainda assim, nada é melhor do que o sistema democrático.
Além disso, este site não é local. Muito leitor de fora, de outras cidades, estados, países. Muitos não entenderiam uma crônica intitulada, por exemplo, “A Buchada em Várzea das Moças”.
Hoje ia escrever sobre a placa de carro Mercosul que é uma espécie de nova tomada de três pinos. Nenhuma utilidade, fora enriquecer os fabricantes. A favor da bandidagem está o fato de esconder a origem do carro já que não há menção a cidade onde foi emplacado. Os amigos de Temer pariram a placa no final do governo, resultado do cruzamento do PT com o MDB. O pária disse que acabar com a placa, mas não acabou.
Pensei em comentar a bizarra proibição de venda de cachorros…bom, depois pensei em uma crônica, mas acabei optando por essas linhas de hoje, meio pessoais. E agradeço muito pela leitura e, mais ainda, pelos comentários.
Vocês fazem valer à pena.
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