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Covid-19: ocupação de quartos e leitos de UTI não para de subir em Niterói

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A ocupação de quartos e  leitos de UTI para atender a infectados pelo coronavirus não para de aumentar este mês nos hospitais particulares de Niterói. Segundo informa o Sindicato dos Hospitais Privados de Niterói e São Gonçalo (Sindhleste), de um total de 300 quartos reservados para tratamento do Covid, 239 estão ocupados (79%); e dos 280 leitos de UTIs, 167 atendem pacientes.

A alta do número de pacientes com problemas respiratórios graves e outros sintomas causados pelo Covid vem se registrando desde o início de novembro, mês das eleições municipais e de maior flexibilização das atividades em Niterói. O Sindhleste fornece um boletim semanal todas as quartas-feiras. O boletim de hoje (24/11), com dados da semana de 17/11 a 24/11, revela alta de 30% no total de 406 casos em relação à semana anterior (314 casos).

Apesar de estar com o Hospital Carlos Tortelly lotado de pacientes com coronavirus, assim como grande parte dos leitos do Hospital Oceânico, o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves – ele próprio infectado pelo Covid-19 –, informa números bem menores. Segundo ele, a rede hospitalar de Niterói estaria somente com 111 hospitalizados confirmados, além de 158 pessoas em isolamento domiciliar. Nas contas do prefeito, Niterói estaria com 39% dos leitos ocupados (o Sindhleste informa que na rede privada já são 70% em quartos e UTIs).

Em nota, a direção do Complexo Hospitalar de Niterói (CHN) diz que “como as demais instituições das redes pública e privada em geral, registrou aumento do número de atendimentos de pacientes com suspeita e confirmação de Covid-19 nas últimas semanas”.

Acrescenta o CHN que, “após estabilização no número de casos entre os meses de maio a outubro, em novembro registra-se um aumento equivalente a 50% daquele período de pico da pandemia nas internações por Covid-19”.

Destaca, ainda, que o hospital tem fluxos separados para o atendimento dos casos de Covid-19, com equipes assistenciais exclusivas. “Dessa forma, não há interferência no atendimento e tratamento de outras doenças”, conclui a nota do CHN.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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