O objetivo é discutir a situação com os poderes executivo e legislativo e tentar junto às concessionárias reduzir as contas de água e de energia elétrica para o equivalente ao consumo real no período em que estiverem fechados.
Águas de Niterói e Enel, assim como a Prefeitura de Niterói, não responderam aos ofícios enviados pela associação. As duas primeiras, apesar de registrar forte inadimplência, cobram a tarifa mínima de cerca de R$ 600,00 mensais. Com isso, o comércio fechado, vê aumentar ainda mais seus prejuízos com a Covid-19.
Os empresários lembram que não adianta pedir o desligamento da água, porque a concessionária cobra R$1.400,00 para desligar e religar o hidrômetro.
À Enel pediram a criação de um fundo para o financiamento com juros baixos das contas de energia em atraso.
Em ofício ao prefeito Rodrigo Neves, os empresários pediram assento nas discussões sobre o retorno de suas atividades. Ressaltam que poderão “contribuir de forma mais efetiva descrevendo os nossos fluxos operacionais, riscos e possíveis pontos de controle. Nós conhecemos nossos negócios. Então, acreditamos que as nossas sugestões vão ajudar às áreas sanitárias a planejar melhor os riscos envolvidos”.
Carlos Alberto Ribeiro Alves, o Bebeto, no comando da loja que virou referência quando o…
Pinheiro descreve sua nova obra como uma narrativa “pretensamente erótica que mergulha nas crenças e…
O médico Diego Aidê herdou da tia Neuci o amor pelos animais que hoje ele…
Inteligência privilegiada, desde criança Renato Machado Cotta sonhava em seu cientista O engenheiro e cientista…
Rodeado pelas partes, o desembargador Alexandre Scisinio faz a inspeção judicial no local do litígio,…
Paulo Sá com alguns dos internos da ACAPE no lar instalado há 23 anos em…