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Chuva fraca alaga Charitas e para o trânsito na manhã desta quinta em Niterói

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Veja o vídeo. Carros são desviados para a Rua Armando Lopes enquanto os ônibus enfrentam o alagamento da Silvio Picanço

Bastou chover para o trânsito na praia de Charitas, em direção a São Francisco, ficar bloqueado por um alagamento na Avenida Silvio Picanço provocado pela construção de um estacionamento subterrâneo que prejudicou a drenagem da pista. Em maio, a NitTrans (órgão de trânsito da prefeitura de Niterói) fechou um retorno que permitia aos carros passarem para uma pista reversível, do lado da praia. Sem isso, o trânsito enfrentou maus momentos na manhã desta quinta-feira (14/07).

Os síndicos de Charitas bem que alertaram a NitTrans: o fechamento do retorno iria causar transtornos a Charitas e São Francisco. Não deu outra. A chuva era fraca, mas o alagamento que causou no trecho entre o restaurante Verdana e o cemitério foi suficiente para parar o trânsito. Muita gente botou o carro na rua também, e ficou complicado até para ambulâncias romperem o congestionamento (veja o vídeo).

A solução improvisada pelo órgão de trânsito foi desviar os carros pela Rua Armando Lopes, de onde seguiam por outras vias estreitas. Passavam pela Leonel Magalhães até subir pela contramão da Juiz Alberto Nader, fazer outra contramão na João Batista para pegar ainda em mão contrária a Madre Maria Vitória, para chegar na Praça Dom Orione, já em São Francisco. Dali, os motoristas seguiam pelas ruas Tamoios e Goytacazes até acessarem a Avenida Quintino Bocaiúva e o túnel Raul Veiga em direção a Icaraí.

O retorno que ajudaria a desafogar o trânsito quando ocorresse novo alagamento foi fechado no dia 31 de maio. Era o principal acesso da pista de subida para os condomínios da praia e das ruas internas de Charitas. Mas foi fechado, segundo a NitTrans, para evitar acidentes com ciclistas. Isto porque na Sílvio Picanço existe uma ciclovia instalada na contramão, na pista em direção a São Francisco. Ciclistas não obedeciam ao aviso de “pare” e cruzavam o retorno, acontecendo alguns atropelamentos no local.

A prefeitura de Niterói, que tem a segunda maior receita de royalties do petróleo no Estado do Rio, e que cobra um dos IPTUs mais caros do país, preferiu fazer como o inglês que tirou o sofá da sala. A obra de drenagem de Charitas é somente um projeto. Então, o retorno foi bloqueado e ponto final, justificaram seus técnicos aos moradores do bairro.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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