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Coluna do LAM

Chuva de e-mails dos leitores

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Esta semana batemos recorde de recebimento de e-mails em consequência do artigo “O novo Niteroiense”, publicado na semana passada.

Fizemos uma seleção porque, por causa do espaço, foi impossível publicar todas as mensagens. Muito obrigado a todos. Continuo à disposição. (LAM)

Luiz Antonio Mello, você disse tudo e mais um pouco ! Realmente, hoje, são dois mundos diferentes, de stress, qualidade de vida e gostar de viver como em Icaraí e arredores, há anos …

Estão começando a fazer na Região Oceânica, o que já fizeram e continuam fazendo “lá embaixo”.

O poder público abre os braços para receber mais IPTUS e impostos, via valor venal cada vez mais alto;

Camboinhas já está totalmente saturada. Itaipu, sempre abandonada, por falta de interesse em preservação, Itacoatiara, embora com a natureza à favor, (montanhas, mata atlântica e 800 metros de praia), caminha a passos largos para a degradação de sua restinga. A associação de moradores diz que faz e a prefeitura diz que acredita… e por aí vai.

Esse filme, nossa geração já viu e não gostou!

Quem sabe, com seus comentários, alguém acorde e comece a proteger os seus entes queridos. Afinal de contas, “eles” também têm.

Carlos Eduardo Menezes

 

Fomos uma dessas famílias que migraram para a RO em busca de melhor qualidade de vida. Foi bom até que tudo mudou. Praias invadidas, lixo por toda parte, lagoas ameaçadas de extinção, obras que não acabam e tiram o sono dos moradores.
A RO não tem para onde crescer. Só para cima. Corre o risco de aumentarem o gabarito dos prédios.

Patrícia G. Valente

 

Dentre os bairros daqui de “baixo” o único que ainda preserva algumas características e que se pode encontrar com amigos a pé para um bom papo é São Francisco… exceto pela violência cada dia maior…

Diego Santarem Monteiro

 

Sou uma niteroiense que veio para Itacoatiara nos anos 80, criei meus filhos aqui e tenho medo do que está se tornando nossa outrora paradisíaca praia.

Minha neta ama a praia, mas não temos frequentado como antes, por causa da invasão desenfreada nos dias de sol e calor. São hordas e mais hordas de gente que grita, picha muros, joga lixo em toda parte, deixando o bairro emporcalhado depois dos finais de semana.

Ângela Barreto Taveira Guterres

 

Estão transformando os atuais lotes em dois espaços. Até quando? Será que é para cobrar o dobro de IPTU por uma menor qualidade de tudo?

Carlos Pereira

 

CONTROLE POPULACIONAL JÁ! Há umas dezenas de milhões de pessoas vindo por aí nas próximas décadas no Brasil. Onde irão morar? Como irão se alimentar? No que vão trabalhar? Como irão se deslocar? Não vejo ninguém tocando nesse assunto, só vejo pessoas reclamando dos efeitos do problema (falta d’água; aumento da pobreza; destruição de áreas preservadas para construção civil; trânsito cada vez mais caótico; mais lixo e destruição ambiental). Que tal pararmos de reclamar das consequência e começarmos a nos preocupar com A CAUSA?

Marcel Breitner

 

Fiz o trajeto Icaraí-RO em 2008 pois sempre quis criar meus filhos (10 e 06) em casa e não apartamento. De lá pra cá é espantoso o crescimento desordenado da região, principalmente em relação ao trânsito… Agora então com essa OBRA MALDITA um percurso feito em 15 minutos pode levar 1 hora, dependendo do dia/horário/circunstância………… ?

Mas ainda assim não volto pra Icaraí.

Artur Xavier

 

A prefeitura se encarrega de destruir a Região Oceânica e Pendotiba incentivando a mesma destruição, desmatamento e especulação imobiliária que fizeram na década de 80 em Icaraí.

Carlo

 

Uma hora na vinda ..e na volta? Muito mais ! A RO virou um imenso canteiro de obras ! Triste !

Lucia

 

A cidade de Niterói está saturada em todos os pontos. Aqui há pessoas vindas de todas as outras regiões. A especulação imobiliária continua e mesmo com crise no País continua-se explorando os seus atrativos para encher os cofres e dar cartaz ao prefeitinho!

Merielen 

 

P.S. – Programa Torpedos de Itaipu, boa música e boas conversas na Rádio Oceânica FM, 24 horas. Quintas e domingos as 22 horas. Para quem estiver na Região Oceânica, a rádio pega muito bem em FM 105,9. Em outros lugares, na internet: www.oceanicafm.radio.br

Luiz Antonio Mello

Jornalista, radialista e escritor, fundador da rádio Fluminense FM (A Maldita). Trabalhou na Rádio e no Jornal do Brasil, no Pasquim, Movimento, Estadão e O Fluminense, além das rádios Manchete e Band News. É consultor e produtor da Rádio Cult FM. Profissional eclético e autor de vários livros sobre a história do rádio e do rock and roll.

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