Já a ligação Praça Arariboia-Praça Quinze passará, dentro de 30 dias, a seguir a grade de horários anterior ao início da pandemia de Covid. Antes da Covid, as barcas deixavam as estações de 15 em 15 minutos nos horários de pico e de uma em uma hora à tarde (a partir das 10h30m). Hoje, a linha circula com intervalos de até 30 minutos nos horários de pico (05h30 às 9h e 16h às 18h) nos dias úteis e de uma hora nos horários de vale dos dias úteis e aos sábados, domingos e feriados.
A CCR Barcas reclama que seu prejuízo vai aumentar ainda mais com o retorno dos catamarãs. Apesar de a passagem da linha Charitas-Praça Quinze ter sido fixada em R$ 18,20, a partir de 12 de fevereiro do ano passado, a CCR Barcas acredita que o número de passageiros da linha Praça Arariboia-Praça Quinze, reduzido em 70% durante a pandemia, vai cair ainda mais, com a procura por viagens a partir da estação de Charitas.
A volta dos catamarãs de Charitas vem sendo reclamada por moradores da Zona Sul e da Região Oceânica de Niterói. Com a perspectiva de viagens mais rápidas para o Rio de Janeiro, muita gente se mudou para aqueles bairros após a inauguração do Túnel Charitas-Cafubá. Os catamarãs pararam de circular em março de 2020. O decreto estadual nº 47.801 suspendeu a linha para controle da Covid-19. A resolução da Secretaria de Transportes baixada hoje visa regulamentar aquele decreto.
A concessão do transporte hidroviário termina em 11 de fevereiro de 2023. A CCR Barcas já anunciou não ter interesse na relicitação do serviço. Aponta, ainda, sua “preocupação para a continuidade do transporte aquaviário, pelo fato de o novo edital ainda não estar pronto”. Além disso, 2022 é ano de eleições para governador e deputado estadual e a campanha eleitoral poderá prejudicar a formatação de uma nova licitação. A concessionária entende que o assunto não tem sido tratado com a devida importância pelo governo estadual.
A CCR Barcas diz estar “em estado dramático e falimentar” e tem reclamado falta de apoio do Estado para a grave crise que está atravessando. Em nota, a empresa afirma que “o contrato de concessão não atende às necessidades da sociedade, da concessionária e do Estado do Rio de Janeiro; e, conforme já alertado exaustivamente pela companhia, em hipótese nenhuma, a concessionária continuará com a prestação do serviço após o prazo final da concessão (11/02/23)”.
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