No quarto estava uma senhora de 60 anos, internada para tratar de uma pneumonia. No momento, visitavam a mulher seu filho e sua irmã. Ninguém se feriu, ao contrário do acontecido em agosto do ano passado, quando a bala atingiu o rosto de uma paciente internada no Santa Martha.
Pedro Ivo Ferreira, filho da paciente, contou que ao perceber que o quarto estava sendo alvo de tiro, se agachou e rastejou até a cama para colocar a mãe, Maria de Fátima Peixoto, também no chão.
— Deitei no chão e mandei todos fazerem o mesmo. Fui agachado até minha mãe e a botei no chão, mandando todo mundo sair engatinhando. Ela estava presa ao suporte do soro e tive que ir empurrando o suporte, ao mesmo tempo que ajudava ela, que já tem 60 anos, a sair presa naquilo — disse Pedro.
Por sorte, Pedro não estava na janela no momento do tiro que se alojou na parede um metro acima da cabeça da tia, que estava sentada no sofanete.
Depois do incidente, Maria de Fátima foi transferida para outro quarto cuja janela dá para a área interna do hospital.
Em agosto do ano passado, uma outra paciente do Santa Martha teve menos sorte. A mulher, de 61 anos, estava internada em um leito da enfermaria para uma cirurgia de vesícula, onde foi atingida por uma bala perdida que se alojou na região dos olhos.
A paciente que estava internada há 18 dias, aguardando a cirurgia, foi levada para a UTI e dias depois passou por uma cirurgia de reconstrução óssea da região do crâneo atingida pela bala perdida.
O Santa Martha fica localizado entre as comunidades dos morros Souza Soares e Zulu, uma de cada lado do hospital, que são dominadas por facções rivais de traficantes.
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