A Arquidiocese de Niterói expressou profundo pesar pelo falecimento do Papa Francisco, ocorrido às 2h35m (hora de Brasília). O Arcebispo Dom José Francisco, em uma mensagem carregada de emoção e fé, destacou a vida e o legado do pontífice, que aos 88 anos encerrou sua jornada terrena.
Dom José Francisco ressaltou a simbologia do chamado divino na Segunda-feira de Páscoa, “um momento que reflete as alegrias da Ressurreição de Jesus”. Ele descreveu o Papa Francisco como um homem que seguiu os passos do pobre de Assis, vivendo sua humanidade até os limites e deixando um testemunho de esperança, misericórdia e amor aos mais vulneráveis. Ontem (20), em sua última aparição pública na Praça de São Pedro, o Papa reafirmou sua dedicação à paz e ao cuidado com a Casa Comum (o planeta como o lar que todos compartilhamos, onde todos os seres humanos e a natureza coexistem).
A mensagem do Arcebispo também trouxe à tona a última reflexão pascal do Papa Francisco, considerada um testamento espiritual: “Cristo ressuscitou! Neste anúncio encerra-se todo o sentido da nossa existência, que não foi feita para a morte, mas para a vida. A Páscoa é a festa da vida! Deus criou-nos para a vida e quer que a humanidade ressurja!”
A Arquidiocese de Niterói conclamou os fiéis a se unirem em oração pelo descanso eterno do Santo Padre, que guiou a Igreja com amor e humildade em tempos desafiadores. Dom José Francisco enfatizou que o exemplo do Papa Francisco deve continuar a inspirar a Igreja a ser cada vez mais missionária, sinodal e samaritana.
O Papa Francisco, nascido Jorge Mario Bergoglio, era conhecido como “o Papa do Povo” devido à sua humildade, proximidade com os mais pobres e marginalizados, e seu estilo de vida simples. Seu pontificado durou doze anos.
Ele também foi o primeiro papa latino-americano e o primeiro jesuíta a liderar a Igreja Católica, marcando sua trajetória com reformas significativas e um forte compromisso com a justiça social. Além disso, sua paixão pelo futebol e pelo tango reforçava sua conexão com as pessoas comuns.
Visitou o Brasil em julho de 2013, em sua primeira viagem como pontífice, cinco meses após ser eleito. Ele veio ao Rio de Janeiro para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que incluiu uma missa histórica na Praia de Copacabana, com cerca de 3,7 milhões de pessoas presentes.
Durante sua visita, ele também foi ao Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, e à comunidade da Varginha, no Rio, onde destacou a importância da solidariedade e do acolhimento. Elogiou o espírito generoso do povo brasileiro, que “sempre dá um jeito de colocar mais água no feijão” para compartilhar com quem precisa.
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