Em um ano e meio de trabalho, a equipe já desenvolveu dois equipamentos: o CoronaTrack e o CoronaTrap. Por enquanto, as análises ainda não ocorrem em tempo real. Uma vez capturadas, as amostras de aerossóis presentes precisam ser encaminhadas até um laboratório. Segundo Heitor Evangelista, os resultados ficam prontos em 24 horas. “Temos observado, na prática, aquilo de que teoricamente se fala há muito tempo. Os ambientes internos oferecem maior risco que os ambientes externos”, observa o pesquisador.
Os protótipos do CoronaTrap vão ser utilizados em escolas, clubes e restaurantes, onde o comportamento do vírus é pouco estudado. O aparelho pode ser instalado também em hospitais. Segundo os pesquisadores, a coleta conserva o vírus em ambiente escuro, climatizado por células Peltier. Isto evita sua degradação pela temperatura, radiação solar ou umidade do ar. A coleta feita por outros aparelhos não garante a integridade do vírus, gerando um falso negativo. Os dados coletados terão o potencial de comprovar, na prática, os modelos teóricos sobre os riscos de contágio.
O CoronaTrap ajuda a compreender os padrões de comportamento do vírus e a elaborar estratégias para diminuir as contaminações. Além do SARS-CoV-2, o CoronaTrap é capaz de coletar outros vírus, bactérias e fungos. Pode monitorar diferentes patologias, como a tuberculose. “Só através do monitoramento se pode fazer o combate. Para vencer um inimigo, é preciso conhecê-lo e esses sistemas são instrumentos fundamentais”, afirma o pesquisador Heitor Evangelista.
O Vereador Paulo Eduardo Gomes (PSOL), Presidente da Comissão de Saúde, convidou o Secretário Municipal de Saúde, Rodrigo Oliveira, para participar da reunião. Foram convidados representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-Niterói), Associação de Clubes de Niterói, Associação dos Permissionários de Quiosques de Niterói, Associação dos Servidores da Saúde, Sindsprev Regional Niterói, dentre outras entidades.
“Um dos objetivos é ampliar a conscientização e o conhecimento acerca da possibilidade de contaminação. Queremos avaliar com os pesquisadores a possibilidade de Niterói contar com ambientes monitorados pelo CoronaTrap. Queremos esclarecer os riscos existentes nas escolas e em eventos fechados que estão sendo liberadas pela Prefeitura”, disse o vereador Paulo Eduardo.
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