Os pequenos alunos da Umei Áurea Menezes, no Engenho do Mato, estão recebendo uma merenda meia boca. A escola infantil serve atum enlatado (quando tem); ovo nem pensar. Até o pãozinho falta no café da manhã. Em reunião com as mães de alunos, a nutricionista e a responsável pela compra da merenda botaram a culpa na guerra na Ucrânia.
Nesta quinta-feira (31/03), as mães fizeram um protesto na porta da Umei. Elas levaram leite, pão, biscoitos e outros alimentos para o café da manhã dos filhos. Contam que há semanas em que tem pão, mas falta margarina. Agora tem sido servido só leite ou vitamina, mas faltam frutas para o lanche da tarde.
O que não se compreende é esta penúria estar acontecendo em Niterói, um município que tem mais de 60 secretarias e órgãos com esse status, demonstrando que dinheiro não falta para fazer política. Cobrando um dos IPTUs mais altos do país, Niterói é o segundo município fluminense em arrecadação de royalties do petróleo, o primeiro é Maricá. Este ano a ex-capital do Estado do Rio de Janeiro vai arrecadar R$ 1,6 bilhão de petrodólares, representando cerca de 40% do orçamento total previsto para 2022, que é de R$ 4,3 bilhões.
Além da falta de merenda, os alunos da Umei Áurea Menezes têm que enfrentar o calor escaldante nas salas de aula. A rede elétrica da escola não suporta a instalação de aparelhos de ar-condicionado, se é que viriam a ser levados para esta Umei, onde os poucos ventiladores não dão conta de abanar os alunos e professores.
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