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Quem viu as telas de Claudio Valério?

Escrito por Gilson Monteiro às 13:56 do dia 5 de junho de 2019
Sobre: Pintor roubado
05jun

O artista plástico Claudio Valério Teixeira, um dos maiores restauradores e pintores do Brasil, está tentando reaver dez aquarelas que foram levadas por dois ladrões que roubaram seu carro e seus pertences na madrugada de terça-feira, na Rua Tupinambás, em São Francisco (foto), Niterói. É que ele está com exposição marcada para o dia 15 de junho, na Galeria de Arte Evandro Carneiro, no Trade Center da Gávea, onde deverá mostrar 15 telas, dois objetos e dois desenhos.

Responsável pelas mais importantes restaurações de obras de arte do país, além de respeitado como crítico de arte e como professor de Teoria da Pintura da UFRJ, Claudio Valério estava na companhia de outro artista plástico, Célio Belém, quando os ladrões chegaram em uma moto e praticaram o assalto. Levaram o carro Hyundai I30, além de carteiras, cartões e celulares.

Pelo GPS do veículo, o carro foi localizado em uma comunidade do Cubango, mas a Polícia Militar disse às vítimas que não tinha condições de ir até lá. Agora, o artista plástico tenta encontrar suas telas na esperança de poder participar a tempo da exposição marcada.

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Gilson Monteiro
Gilson Monteiro
Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.
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4 thoughts on “Quem viu as telas de Claudio Valério?

  1. As pessoas ainda não entenderam a gravidade da situação nas comunidades de Niteroi. A PM não entra mesmo. Não há condições para que esses profissionais façam o seu trabalho em segurança para eles e para a própria comunidade. Ali só o Exército com tanques de guerra. É preciso acordar urgentemente. Boa sorte ao artista.

  2. Boa tarde, sou filho do Claudio, o artista que teve suas obras levadas junto com o carro.

    Gostaria de esclarecer que algumas informações estão incorretas por uma interpretação equivocada dos fatos relatados.

    O veículo nunca foi localizado e nem possui gps. O gps do celular do artista é que emitiu o último sinal de uma rua no Cubango, que não fica dentro de uma comunidade, mas próximo.

    A polícia tem tentado, com muito afinco, localizar o automóvel e as obras que seguiriam para uma exposição do artista no Rio de janeiro.

    Estamos aguardando com muita esperança que as obras sejam encontradas em bom estado.

    Gostaria ainda de agradecer ao Gilson Monteiro por levar a público o desaparecimento das obras.

  3. A Polícia Militar não tem condições de recuperar um carro roubado, que sabe exatamente sua localização, pelo GPS. É isso mesmo?
    A que ponto chegamos….

    1. Antônio, sou filho do artista e quero esclarecer que a pm está fazendo tudo o que é possível para recuperar o carro e as obras.

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