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Chope verde na festa de São Patrício

Escrito por Gilson Monteiro às 10:26 do dia 12 de março de 2018
Sobre: No clube dos ingleses
12mar

O Dia de São Patrício (St. Patrick’s Day) vai ser comemorado no próximo sábado (17/03) com música e chope verde no clube Rio Cricket, a partir das 20h. Neste dia, católicos irlandeses saem às ruas em caminhada vestindo roupas nas cores verde e branca para reverenciar seu padroeiro. Cervejarias artesanais de Niterói vão participar do evento, que contará também com petiscos variados do bufê Dom Lopes.

A banda Bezzouros, conhecida pelo repertório cover dos Beatles, fará o show de abertura. As reminiscências inglesas se mantêm com a Badcops, dona de repertório calcado no melhor do The Police e de outras bandas britânicas, encerrando a noite.

Sócios não pagam entrada (basta se identificar na portaria usando sua carteirinha, reconhecimento biométrico ou código de acesso na roleta), enquanto convidados devem adquirir seus ingressos na secretaria do clube pelo valor de R$ 30,00. Menores de 18 anos só podem participar da festa acompanhados dos pais. Os ingressos para os convidados já estão à venda, são limitados e estão acabando. O clube fica na Rua Fagundes Varela 637, Ingá.

Um pouco de história

Nascido em família romano-bretã na Inglaterra do século V, Patrício foi sequestrado por piratas irlandeses aos 16 anos de idade. Durante uma confissão, o jovem revelou que em seu sonho foi orientado a fugir do cativeiro na costa oeste da Irlanda, onde permaneceu por seis anos, e rumar para o litoral do país onde pegaria um navio em direção à Bretanha.

Ao chegar em solo francês, ingressou no mosteiro de Ésir, onde descobriu que sua missão seria retornar à Irlanda para converter os pagãos ao Cristianismo. Em suas pregações ao longo de 30 anos, reza a lenda que Patrício carregava um trevo de três folhas utilizado para explicar o mistério da Santíssima Trindade.

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Gilson Monteiro
Gilson Monteiro
Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.
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