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A canja antropológica de Da Matta

Escrito por Gilson Monteiro às 09:16 do dia 8 de março de 2019
Sobre:
08mar

Quem foi ao Noi de Itaipu e ao Da Carmine, restaurantes que em dias diferentes apresentam música ao vivo, ganharam uma “canja especial” de Roberto Da Matta, que cantou sucessos do repertório de Frank Sinatra e da MPB. Quando descobriram que o cantor era o maior antropólogo brasileiro, foi uma alegria e uma festa.

Da Matta, nascido em Niterói há 83 anos, referência internacional, formado pela UFF, mestre e doutor pela Universidade de Harvard, chefiou o Departamento de Antropologia da Universidade de Notre Dame, nos EUA, onde é professor Emérito, além de ser professor titular de Antropologia Social da PUC-Rio, com 12 livros publicados, colunista de O Globo e dos principais jornais do país.

Ele foi aplaudido nessas duas noites, recebendo a admiração e o respeito pelas suas pesquisas em todos os ambientes possíveis e imagináveis, com estudos sobre incrível variedade de temas.

Só mesmo em Niterói a gente esbarra com figuras extraordinárias, como Roberto Da Matta, de uma simplicidade de fazer inveja, mas de uma importância significativa no cenário nacional e internacional, pelo seu trabalho profundo e respeitado em antropologia.

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Gilson Monteiro
Gilson Monteiro
Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.
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One thought on “A canja antropológica de Da Matta

  1. Muito legal, Professor Roberto da Mata,um niteroiense dos mais brilhantes intelectuais do nosso país, reconhecido no mundo já tive a honra de atendê-lo como livreiro.E os seus livros são os mais vendidos sempre.

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